O Esculturas Parque Pedras do Silêncio foi idealizado com o objetivo de resgatar e valorizar a história da imigração germânica, mantendo viva a cultura e tradição por intermédio da arte.

A primeira grande preocupação foi montar um roteiro histórico e cultural que servisse de base para todo este trabalho. Nesta etapa foi de grande importância a colaboração de diversos historiadores da região e descendentes de imigrantes. Este roteiro, depois de pronto, serviu de base para três escultores gaúchos que foram responsáveis pela criação das mais de 80 esculturas.

 A matéria prima utilizada para esculpir as obras foi o arenito. Esta rocha foi escolhida devido a sua abundância no Rio Grande do Sul, além de ser favorável ao trabalho da escultura. Neste projeto inicial foram utilizadas mais de 300 toneladas de pedras que tiveram como procedência pedreiras que fazem a extração deste material.

O nome Esculturas Parque Pedras do Silêncio surgiu por se entender que as esculturas (as pedras) estão em silêncio contando a história da imigração germânica.

Vale lembrar que todas as construções do parque foram montadas com a técnica enxaimel, a mesma técnica que os primeiros imigrantes utilizavam para construir suas residências no início da colonização. Esta técnica consiste em montar uma estrutura de madeira, onde as peças são encaixadas umas nas outras, sendo presas com tarugos de madeira (não utilizavam pregos na montagem da estrutura). Depois fechavam as paredes com tijolos, pedras ou ainda somente galhos e argila.

Todo este processo de idealização do parque teve início em 2011 e somente em 14 de novembro de 2014 foi aberto à visitação. O projeto foi a realização de um sonho de resgatar e divulgar a história da imigração germânica, bem como fazer uma homenagem a estes bravos imigrantes que deixaram a sua pátria e escolheram este chão para plantar as sementes de onde nasceu e germinou a cidade de Nova Petrópolis.